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OS MAIAS

A civilização maia habitou a região das florestas tropicais das atuais Guatemala, Honduras e – princialmente – a Península de Yucatán (sul do atual México).

A civilização maia habitou essa região e prosperou muito. Atingiu seu ápice entre os séculos 1000 a.C e 900 d.C.
Quando os espanhóis chegaram, os maias ainda eram uma sociedade ativa e relativamente sofisticada.

A PEDRA DO CALENDÁRIO SOLAR chamado também de Calendário Maia, é um grande bloco de pedra de basalto de 25 toneladas com gravações hieroglíficas em um disco de 360 cm de diâmetro. O Pingente Asteca é uma cópia do original guardada no Museu Nacional de Antropologia da cidade do México.

SIGNIFICADO – Muitos afirmaram que este disco de pedra tinha mensagens dos deuses, história dos povos, desenhos geométricos, culturas alienígenas e por aí afora até descobrirem que é um documento material da observação lenta e paciente desenvolvida pelos ancestrais americanos para controlar o tempo. Na realidade, a grande Pedra do Sol não foi totalmente decifrada ainda, mas é certo que é um método eficaz e seguro de medir o tempo de nosso planeta no sistema solar.

No centro está o Sol (Tonatiuh) cercado pelos símbolos dos movimentos e os quatro mundos cosmogônicos anteriores aos astecas. Tigre, Água, Vento e Chuva de Fogo. Vêm-se os vinte dias do mês asteca, os rios solares e as pedras preciosas.

HIEROGLIFOS MAIAS

OS HIEROGLIFOS NO CALENDÁRIO

Os hieróglifos no calendário estão divididos em três partes: Um círculo central com dados solares, um círculo com dados terrestres e um círculo externo com dados lunares. A figura central, estilizada, do sol, está ladeada de quatro retângulos com seus regentes cíclicos: Balamquitze, na esquerda superior – Balamacab, na esquerda inferior – Muhucutah, na direita inferior – Iquibalam, na direita superior.

Os círculos (quatro) ao lado dos retângulos, representam os sois de cada ciclo. “Ciclo” é o equivalente a cada um dos sóis, de cada ano de 364 dias. O quinto ciclo, localizado abaixo da figura central, representa o quinto sol, o tempo de passagem, o sol incompleto de cinco dias. Entre o quinto sol e o sol central, cinco desenhos similares aos dentes de milho, representam os cinco dias que devem ser agregados na entrada do quinto sol, ou a quinta era dos tempos no sábado 4 de agosto (4 Ahau-8 de Cumhú).

Na direção de cada quadrante regente começa a entidade que rege cada um dos quatro ciclos: Com Balamquitze a figura do Caiman e a seguir os hieróglifos das quatro primeiras estações de 91 dias do primeiro ciclo: Vento, Casa, Lagartixa e Serpente. Com Balamacab, a figura Morte, e as estações: Cervo, Coelho, Água e Cachorro. Com Muhucutah, Macaco, com as estações: Coisa Torcida, Cana, Tigre, Águia. Por último, processando 1.456 dias, o ciclo de Iquibalam, com o Abutre como entidade, seguida de Movimento, Faca, Chuva e Flor.

2012

No total, 16 desenhos correspondendo às 16 estações de 91 dias e quatro desenhos correspondentes aos quatro sóis. Agregando os cinco dias do quinto sol, o total ascende a exatos 1.461 dias. Descobriu-se que o fim dos ciclos coincide com a data de 21 de dezembro de 2012, quando prevê-se novos acontecimentos.

Muitos acreditam que será o fim do mundo.

Muitos acreditam que os Maias fizeram a previsão de um período de RENASCIMENTO. NEO-RENASCIMENTO.

*O Calendário Maia apesar de seus tabus e dúvidas é um poderoso símbolo reverenciado por séculos pelos maias.
Na loja disponibilizam pingentes do calendário em prata muito bonitos.

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     Acabei de ler o livro Sociedades Secretas de Sylvia Browne. O livro vendeu muito nos Estados Unidos e foi traduzido para várias línguas. Li a edição de 2008. A autora se dedica a comentar o mundo misterioso de sociedades secretas desde a idade média até os dias atuais. São citados nomes de políticos, altos executivos e celebridades que fariam parte de grupos que se dispõe a preservar e celebrar “conhecimentos antigos”.

É interessante notar como existiu – e ainda existe – grande disputa entre religiões e esses grupos, muito embora fique bastante evidente no livro que a maioria das sociedades ditas “secretas” são abertas a qualquer pessoa interessada e que elas são voltadas para valores que culturalmente julgamos positivos, tais como ajuda ao próximo e aprimoramento moral.

A pesquisadora menciona diversos equívocos, falsas crenças e verdadeiras manipulações históricas que prejudicaram grupos que se reuniam para pensar, meditar, preservar conhecimentos e mitologias antigas e ajudar comunidades.

Nos dias de hoje há um interesse crescente por essas sociedades. Diante do fortalecimento de instituições mais democráticas, pluralistas e de mais respeito aos direitos de livre opinião e iniciativa, as sociedades secretas tem aumentado o número de participantes.

Foi bom conhecer em detalhes que mais e mais pessoas – incluindo figuras muito conhecidas e admiradas – praticam e divulgam exercícios e filosofias direcionadas ao desenvolvimento do potencial humano. Recomendo a leitura.

“É um ser que continuamente vê, vive, ouve, tem suspeitas e sonha coisas extraordinárias; é arrebatado pelos seus próprios pensamentos, algumas vezes é
como se esses pensamentos viessem de fora dele. É uma tempestade grávida de muitos raios; um ser fatal em torno do qual sempre há algum burburinho e
inquietude.

O filósofo muitas vezes tem medo e foge de si próprio, mas é curioso demais para não voltar a si mesmo.”

(tradução livre de um aforismo de Além do Bem e do Mal – Nietzsche)