Acabei de ler o livro Sociedades Secretas de Sylvia Browne. O livro vendeu muito nos Estados Unidos e foi traduzido para várias línguas. Li a edição de 2008.  São citados nomes de políticos, altos executivos e celebridades que fariam parte de grupos que se dispõe a preservar e celebrar “conhecimentos antigos”.

É interessante notar como existiu – e ainda existe – grande atrito entre religiões e esses grupos, muito embora fique bastante evidente no livro que a maioria das sociedades ditas “secretas” são abertas a qualquer pessoa interessada e que elas são voltadas para valores que culturalmente julgamos positivos, tais como ajuda ao próximo e aprimoramento moral.

A pesquisadora menciona diversos equívocos, falsas crenças e verdadeiras manipulações históricas que prejudicaram grupos que se reuniam para pensar, meditar, preservar conhecimentos e mitologias antigas e ajudar comunidades.

 

Nos dias de hoje, há um interesse crescente por essas sociedades. É bastante comum chamá-las de irmandades Neo-Pitagóricas em alusão ao famoso matemático grego. Ainda vamos falar de Pitágoras aqui no blog. Além da contribuição em matemática, ele avançou muito em outras áreas e criou uma espécie de sociedade de filósofos, matemáticos e místicos. Pitágoras viveu na mesma época que Sidarta, o Iluminado dos budistas e – acredita-se que ele possa ter visitado a Índia, o Egito e muitos outros lugares.

Diante do fortalecimento de instituições mais democráticas, pluralistas e de mais respeito aos direitos de livre opinião e iniciativa, as sociedades secretas tem aumentado o número de participantes em todo o mundo.

Foi bom conhecer em detalhes que mais e mais pessoas – incluindo figuras muito conhecidas e admiradas em nossa época e no passado – praticam e divulgam exercícios e filosofias direcionadas ao desenvolvimento do potencial humano. Recomendo a leitura.

 

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